Tenho morrido muitas vezes.
Depois, respiro fundo,
lavo o rosto, sigo em frente.
Não é fácil morrer,
difícil é renascer
e fingir que tudo está bem,
mas não está.
Detestável seria ter a covardia
dos que me mataram.
Sigo renascendo.
Já eles, seguem covardes.
(D.B)
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