terça-feira, 17 de novembro de 2015

Raiva, tristeza, depressão.

As três palavras acima definem o que estou sentindo no momento. Só tenho vontade de dormir. Fui num casamento no último domingo. Isso só serviu para me mostrar como sou infeliz com minha vida afetiva. Nunca encontrei a minha metade da laranja, o outro lado da moeda, a minha metade que me completasse. Minhas amigas foram e levaram seus pares. Como sempre, eu era a única que estava sozinha entre elas.  

Será que ainda nessa vida vou encontrar essa pessoa especial ? Queria encontrar um Mr. X que fosse para mim o que o A é para a F, o F para a M, o T para a P.  Porém, aos 33 anos, meus relacionamentos não passaram de grandes decepções que provocaram grandes feridas que ainda estão abertas. Os homens que entraram na minha vida podem ser resumidos como canalhas, hipócritas, louco, mentiroso, sem palavra. Homens que apenas me causaram sofrimento. Acho que nunca ninguém sentiu amor por mim. 

Estou começando a chegar na conclusão de que não devo ser merecedora. Será que um dia irei encontrar o Mr. X, a pessoa que ficará comigo para sempre ? Aquela pessoa que seria até capaz de ler meus pensamentos de tão bem que ela me conheceria? Como eu quero isso e estou voltando meus pensamentos para esse lado... Mr X, apareça para construir uma vida comigo, para dizer todos os dias que me ama, me dar o seu carinho, seu amor, sua atenção, me proteger, cuidar de mim e terá tudo isso de forma recíproca. Mr X, como sinto a sua falta.  

Deus, envia o Mr. X para mim. Me sinto muito sozinha. Hoje, como disse meu professor de guitarra, estive com o "farol apagado". Meu brilho estava ofuscado. Me lembro de cenas de amor do casamento o qual eu fui. Não desejo o mal para os noivos, pelo contrário, desejo muito amor para eles. Mas me deparei com algo que NUNCA tive em minha vida: um homem bom, que estivesse disposto a estar ao meu lado para todo o sempre, me tratando como uma princesa. Meu Deus, eu quero isso. 

E como desejo isso. 


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Quebrando limites


Ontem saí de bicicleta e fiz o meu maior percurso dos últimos 3 meses em que a comprei: uma pedalada de 42 km. Foi muito bom, apesar de hoje sentir minhas pernas e alguns músculos do corpo quebrados. Não consigo andar muito rápido, mas aos poucos, conseguirei. Preciso treinar bastante para vencer os limites de minha resistência física. Foi bom pedalar, pois sua única preocupação no momento é aguentar o tranco e chegar logo em casa. Ou ao menos, deveria ser. 

Sei que não tem haver com esse post, porém, vou dizer assim mesmo: como meu pai me enche o saco. Fica impondo horário para eu voltar, e fico de saco cheio. Cheguei um pouco mais tarde ontem e ele me encheu a paciência. Tá certo que eu queria ter vindo mais cedo, porém, eu estava com outra pessoa e quando é assim, não depende só de mim. Eu tive que pegar trem, descer e subir escadas levantando a bicicleta. Isso sim foi muito cansativo. Porém do caminho do metrô até em casa, que já eram umas 19:30, ele ficou ligando em meu celular sucessivamente, sem parar. Como vou atender?

Sabe, essas coisas é que me irritam profundamente. Daqui alguns anos já terei uns 40 anos e ele ainda fica enchendo minha paciência, controlando minha vida. Odeio isso. Aproveito ainda nesse post para pedir a Deus a minha completa independência deles: logo conseguir comprar meu canto. Não sei como chegar nisso, quem sabe, o salário aumenta por algum motivo e as coisas melhorem. Eu faço a minha parte, e tudo que eu quero, do fundo do meu coração, é isso. Que assim seja. 

domingo, 8 de novembro de 2015

Tempos difíceis

Andei sumida deste blog, eu sei. Acontece que as coisas não têm sido muito fáceis para mim nestas últimas semanas. Algumas coisas andaram dando errado. Sabe quando dizem que se você deixa a energia negativa entrar em sua vida, tudo começa a dar errado como um efeito dominó? Uma peça vai empurrando a outra. E é verdade. 

Meu ex-namorado surtou e voltou para o interior, terra dele. Junto com esse surto veio gritaria, grosseria, estupidez para o meu lado. Óbvio que eu fiquei muito chateada com tudo isso, porque ele me disse coisas terríveis e extremamente ofensivas. Como resultado, não consegui tocar direito, nem ir à aula de guitarra nessa semana. Não consegui pensar direito, na real. Fiquei deprimida, para baixo, triste. Aí outras coisas ruins começaram a acontecer: meu afinador, algo quase impossível de quebrar, quebrou sozinho. Ele ficou louco sem nada fazer a ele; Meu ombro começou a doer de forma horrenda e eu não conseguia achar o emplasto do salonpas nas farmácias, a única coisa que melhora a minha dor; o baterista da minha banda sumiu e estamos procurando outro, entre outras coisas que aconteceram e nem quero me lembrar. 

Relacionamentos são complicados e estou completamente desanimada quanto a isso. Até queria iniciar outro, mas preciso de tempo para mim. Parece que quero ficar sozinha. Claro que sinto uma "inveja" branca de minhas amigas que têm namorados, maridos que só fazem o bem a elas, que as fazem felizes. Queria muito encontrar um cara que fizesse o mesmo a mim, mas sinceramente? Parece que eles estão em extinção. A maioria só trata bem no começo, depois começa a trair, tratar mal, não dar atenção... Estou ficando bastante traumatizada com isso. 

Espero que a onda de coisas ruins tenham passado. Comprei um novo afinador, achei o salonpas e minha dor no ombro está começando a melhorar. Ontem testamos um novo baterista, parece que a sorte está virando. Hoje vou mais longe com a bike. Espero que tudo dê certo, sem chuvas e outros perigos de pedalar numa cidade horrível como São Paulo. Mas irei acompanhada, então me sinto mais segura. Depois relato como foi ir mais longe aqui neste blog. 

Que as coisas melhorem... Afinal, cansei de sofrer. Preciso ser feliz. É o que eu tenho tentado fazer há muito tempo. 

 A questão não é se perguntar "por que fizeram isso comigo", mas sim pensar "Como farei para que isso não aconteça novamente?...