segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Quebrando limites


Ontem saí de bicicleta e fiz o meu maior percurso dos últimos 3 meses em que a comprei: uma pedalada de 42 km. Foi muito bom, apesar de hoje sentir minhas pernas e alguns músculos do corpo quebrados. Não consigo andar muito rápido, mas aos poucos, conseguirei. Preciso treinar bastante para vencer os limites de minha resistência física. Foi bom pedalar, pois sua única preocupação no momento é aguentar o tranco e chegar logo em casa. Ou ao menos, deveria ser. 

Sei que não tem haver com esse post, porém, vou dizer assim mesmo: como meu pai me enche o saco. Fica impondo horário para eu voltar, e fico de saco cheio. Cheguei um pouco mais tarde ontem e ele me encheu a paciência. Tá certo que eu queria ter vindo mais cedo, porém, eu estava com outra pessoa e quando é assim, não depende só de mim. Eu tive que pegar trem, descer e subir escadas levantando a bicicleta. Isso sim foi muito cansativo. Porém do caminho do metrô até em casa, que já eram umas 19:30, ele ficou ligando em meu celular sucessivamente, sem parar. Como vou atender?

Sabe, essas coisas é que me irritam profundamente. Daqui alguns anos já terei uns 40 anos e ele ainda fica enchendo minha paciência, controlando minha vida. Odeio isso. Aproveito ainda nesse post para pedir a Deus a minha completa independência deles: logo conseguir comprar meu canto. Não sei como chegar nisso, quem sabe, o salário aumenta por algum motivo e as coisas melhorem. Eu faço a minha parte, e tudo que eu quero, do fundo do meu coração, é isso. Que assim seja. 

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 A questão não é se perguntar "por que fizeram isso comigo", mas sim pensar "Como farei para que isso não aconteça novamente?...