quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Quase justiça


Em um dos lugares onde trabalho, vejo coisas muito erradas e que desgastam bastante, como por exemplo: pessoas folgadas que nunca são punidas. Fazem o que querem, atropelam os outros com seu egoísmo e falta de trabalho em equipe e incomodam. Ah, como incomodam. Juro que ultimamente tenho preferido trabalhar mais e consequentemente, cansar mais somente para não ficar perto dessa pessoa desagradável e inconveniente. Todos os dias peço para que Deus me dê mais paciência para lidar com ela, pois sinto cada vez mais repugnância por essa pessoa. 

A pessoa vai mudar o comportamento? Vai se ligar e parar de agir como um idiota? Não, não vai. Essa é a resposta. Espero que no próximo ano essa pessoa vá para longe e que entre no lugar dela alguém muito legal e amigo, que passe a transformar o ambiente de trabalho num lugar um pouquinho mais divertido para se estar no dia a dia. Dois anos aguentando esse ser desagradável que quer falar mais alto do que todos para aparecer, que canta em cima das conversas dos outros, que fura fila para bater o ponto, que come as coisas que a gente traz sem olhar para trás, como um esfomeado, que dorme no carro durante o expediente, que puxa o saco dos superiores em reuniões chatas, que fala demais,  entre tantas outras coisas mais que ele faz...

Ontem ele dormiu no carro no expediente e pela primeira vez, um superior falou o que ele merecia ouvir. Foi lindo. Se todos passassem a cortar esse indivíduo nas besteiras que ele faz, talvez ele se ligasse que não é bem-vindo no ambiente onde se encontra, que ninguém o suporta e por isso, resolva ir embora, mudar de ambiente de trabalho.  Sei que quero demais, mas não perco as esperanças. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

 A questão não é se perguntar "por que fizeram isso comigo", mas sim pensar "Como farei para que isso não aconteça novamente?...