Monteiro Lobato criticou, mas o evento eclodiu!
Anita trouxe experiências vanguardistas,
Oswald de Andrade leu em voz alta e clara:
“Não sou bravo, sou forte, sou filho da Morte”
Manuel Bandeira recitou versos e rimas em” os sapos”:
“Tudo quanto é belo, canta no martelo”
Mário de Andrade palestrou sobre as novas ideias estéticas do país,
Guiomar Novaes, com toda sua sensibilidade,
Tocou “A Dança dos Gnomos”
Escritores, músicos, escultores, pintores,
Jovens cheios de esperanças, buscando renovações;
mas libertas de regras e disciplinas;
Arte brasileira!
Construção de nossa cultura! Nossa arte!
E assim forma-se uma cultura essencialmente nacional!
(D.T.B) criado em 13/10/2012
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